Nesse ano, duas das maiores e mais sérias organizações de cunho social não-governamentais resolveram colocar o dedão quente e suado nas feridas do mundo ocidental como nós o conhecemos com suas comunicações voltadas para a oportunidade de natal.

UNICEF:

A Unicef rompeu com a figura carismática do “bom velhino”, sugerindo que onde ele não fosse (países pobres) a Unicef iria, convocando os impactados a pensarem as ajudas humanitárias como “presentes” de natal.

Uma campanha inteligente e sobretudo questionadora a respeito da atmosfera contruída para a ocasião do Natal ao longo dos anos pela indústria cultural.

CRUZ VERMELHA:

Já a Cruz Vermelha questionou o comportamento consumista estimulado pelo mercado neste perído de festas, sugerindo substituirmos os esforços de aquisição material por doações de cunho social e emergencial aos que mais necessitam.

É provável que essas campanhas não figurem no “short-list” dos balados festivais de publicidade, no entanto, é interessante observarmos o potencial de questionamento e resignificação que a comunicação pode exercer sobre os nossos comportamentos e atitudes.

vi no @eideias e @updateordie

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